17/09/2013
Fizemos as comparações entre os filmes e o texto.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
11º encontro
10/09/2013
Lemos o capítulo 4, A espera, do livro "crianças francesas não fazem manha".
Trata-se de um relato de uma estadosunidense, que mora na França, comparando as formas de educação das crianças entre os dois países.
É muito interessante a sua comparação.
Ao mesmo tempo em que se exalta a forma francesa, se critica a forma dos EUA.
Resumo do resumo: na França, as crianças se adaptam ao mundo adulto, enquanto que nos EUA, o mundo adulto se adapta às crianças.
O triste é perceber que estamos mudando do jeitão francês, que era nosso padrão até meados da década de 1980, para o modelo dos EUA.
Será que ainda dá para reverter e criar um meio termo, brasileiro?
Lemos o capítulo 4, A espera, do livro "crianças francesas não fazem manha".
Trata-se de um relato de uma estadosunidense, que mora na França, comparando as formas de educação das crianças entre os dois países.
É muito interessante a sua comparação.
Ao mesmo tempo em que se exalta a forma francesa, se critica a forma dos EUA.
Resumo do resumo: na França, as crianças se adaptam ao mundo adulto, enquanto que nos EUA, o mundo adulto se adapta às crianças.
O triste é perceber que estamos mudando do jeitão francês, que era nosso padrão até meados da década de 1980, para o modelo dos EUA.
Será que ainda dá para reverter e criar um meio termo, brasileiro?
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
10º encontro
03/09/2013
Assistimos o filme "Ser e ter", sobre uma escola francesa, com sala multi-etária e multi-seriada, um descalábrio para nossos padrões.
O pior é que funciona...
A experiência retratada causou muita estranheza nos participantes.
Falta de barulho, de alegria, o respeito e a responsabilidade dos alunos, a serenidade do professor, enfim, são realidades opostas.
O filme está aqui:
Assistimos o filme "Ser e ter", sobre uma escola francesa, com sala multi-etária e multi-seriada, um descalábrio para nossos padrões.
O pior é que funciona...
A experiência retratada causou muita estranheza nos participantes.
Falta de barulho, de alegria, o respeito e a responsabilidade dos alunos, a serenidade do professor, enfim, são realidades opostas.
O filme está aqui:
9º encontro
27/08/2013
Assistimos o filme "Esperando o super-homem".
O documentário trata de questões do sistema educacional dos EUA.
O grande choque reside no reconhecimento de questões e demandas muito próximas da nossa realidade.
Funciona para desmitificar algumas de nossas certezas e dúvidas sobre educação pública.
Confira o trailer aqui:
Assistimos o filme "Esperando o super-homem".
O documentário trata de questões do sistema educacional dos EUA.
O grande choque reside no reconhecimento de questões e demandas muito próximas da nossa realidade.
Funciona para desmitificar algumas de nossas certezas e dúvidas sobre educação pública.
Confira o trailer aqui:
8º encontro
20/08/2013
Leituras e debates sobre a produção do conhecimento.
As respostas do grupo estão aqui.
Leituras e debates sobre a produção do conhecimento.
As respostas do grupo estão aqui.
7º encontro
13/08/013
Assistimos o filme "O inglês que subiu a colina e desceu a montanha".
O foco da observação era a produção do conhecimento.
Os questionamentos eram:
1. Como o filme apresenta a produção do conhecimento?
2. De que maneira os relacionamentos humanos alteram o conhecimento?
Solicitei ao grupo que respondesse de forma escrita os questionamentos.
Assistimos o filme "O inglês que subiu a colina e desceu a montanha".
O foco da observação era a produção do conhecimento.
Os questionamentos eram:
1. Como o filme apresenta a produção do conhecimento?
2. De que maneira os relacionamentos humanos alteram o conhecimento?
Solicitei ao grupo que respondesse de forma escrita os questionamentos.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
6º encontro
06/08/2013
Lemos o texto "revoltas ontem e hoje", sobre a comparação entre os movimentos sociais e suas repercussões na imprensa tanto atuais quanto nos períodos de revolução, como a Francesa e a Americana.
Vimos que os motivos e as reações são basicamente os mesmos.
O breve tempo humano individual engana nossa percepção dos acontecimentos, por isso a história pode ser utilizada como registro da memória coletiva.
Uma das provocações foi sobre o esvaziamento de debates políticos (e politizados) entre os professores ou mesmo na escola.
Um dos motivos seria uma questão de gênero, marcada pela forte presença feminina?
Ou ainda seria pelo perfil de quem abraça a profissão docente?
Ou, pior, seria um reflexo da sociedade brasileira?
Finalmente, este esvaziamento seria uma mera percepção, não correspondendo com a realidade? Os debates existem sim, estão na escola, mas não são alardeados?
Ficam as provocações...
Abraços.
Lemos o texto "revoltas ontem e hoje", sobre a comparação entre os movimentos sociais e suas repercussões na imprensa tanto atuais quanto nos períodos de revolução, como a Francesa e a Americana.
Vimos que os motivos e as reações são basicamente os mesmos.
O breve tempo humano individual engana nossa percepção dos acontecimentos, por isso a história pode ser utilizada como registro da memória coletiva.
Uma das provocações foi sobre o esvaziamento de debates políticos (e politizados) entre os professores ou mesmo na escola.
Um dos motivos seria uma questão de gênero, marcada pela forte presença feminina?
Ou ainda seria pelo perfil de quem abraça a profissão docente?
Ou, pior, seria um reflexo da sociedade brasileira?
Finalmente, este esvaziamento seria uma mera percepção, não correspondendo com a realidade? Os debates existem sim, estão na escola, mas não são alardeados?
Ficam as provocações...
Abraços.
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